
Depois de muito escutar, listei ontem no papel todas as cobranças, reivindicações e pedidos do pessoal da empresa. Todos produtos que eram necessários para o escritório, do tipo: café, açúcar, material de limpeza e etc. Pois bem, fui lá eu (o respon$ável) fazer essa árdua tarefa.
No supermercado descobri que copo descartável e saco de lixo são as coisas mais caras desse mundo? Eu não sabia. Fiquei estarrecido. Enfim, saí escolhendo produto por produto de toda essa lista.
E chegado no tal saco de lixo me deparei com uma prateleira cheia de (preços altíssimos) produtos com as mais diferentes variações e especificidades, além é claro de rótulos que brigavam, e muito, para ver qual era o mais confuso. Preço, inexperiência e confusão só aumentaram a minha angústia, que queria escolher o produto e sair correndo. Finalmente me decidi por um deles.
Chegado aqui, resolvi dar uma olhada no citado para ver o que dizia ali ou por qual motivo eu decidi por ele e não por outro. Rapidamente me lembrei o que motivou o inerente impulso por pegar o produto e botar no cart. Existia um texto em vermelho que dizia: O MELHOR E MAIS VENDIDO DO BRASIL!
Olha a vítima! Caiu direitinho. E depois falam que essas coisas não funcionam. É claro que funcionam. É um trabalho sempre árduo (e muitas vezes não compreendido) explicar para o cliente cada uma das armadilhas que são colocadas em cada rótulo, embalagem ou peça publicitária. Isso é muito estudado. Por quê? Porque dá resultado.
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